Que eu seja quem Deus me fez para ser!
M a r i l i v a Mello
Somos seres humanos e as vezes não conseguimos ver que os que estão com a gente também são. A gente cobra paciência mas não sabe ser paciente. A gente cobra as pessoas pelos erros delas mas não vemos o quanto erramos. E por aí vai…tantas coisas que a gente faz , fala , e na maioria das vezes apontamos o outro como se fôssemos perfeitos. A gente está o mesmo mar , em barcos diferentes , as ondas não são as mesmas , o vento não é o mesmo, e só quem está dentro é que sabe , o desespero , o medo , a insegurança e até a calmaria que levamos pelo lado de dentro. Que possamos torcer pela chegada no porto , do meu , do seu , do nosso barco… e que apesar de tudo que possamos passar dentro do mar, saibamos que Deus está sempre conosco e pessoas que foram escolhidas para estar no mesmo barco com a gente, e que possamos crer que assim como os dias de tempestade , o sol também vem , lindo , brilhante e forte.
L.Mello
Somos seres humanos e as vezes não conseguimos ver que os que estão com a gente também são. A gente cobra paciência mas não sabe ser paciente. A gente cobra as pessoas pelos erros delas mas não vemos o quanto erramos. E por aí vai…tantas coisas que a gente faz , fala , e na maioria das vezes apontamos o outro como se fôssemos perfeitos. A gente está o mesmo mar , em barcos diferentes , as ondas não são as mesmas , o vento não é o mesmo, e só quem está dentro é que sabe , o desespero , o medo , a insegurança e até a calmaria que levamos pelo lado de dentro. Que possamos torcer pela chegada no porto , do meu , do seu , do nosso barco… e que apesar de tudo que possamos passar dentro do mar, saibamos que Deus está sempre conosco e pessoas que foram escolhidas para estar no mesmo barco com a gente, e que possamos crer que assim como os dias de tempestade , o sol também vem , lindo , brilhante e forte.
L.Mello
“Sempre fui de me doar. Ouvia, ajudava, consolava, me importava. E não foram poucas as vezes que, mesmo em segredo, eu deixava de pensar na minha vida pra ajudar os outros. Em segredo, explico, porque não acho que preciso de medalhas, prêmios ou troféus. Se eu faço, é de coração, sem esperar reconhecimento do outro. Mas, perdão, eu sou humana e sinto. O mínimo que a gente espera é gratidão. Aprendi que ela nem sempre aparece. Aprendi que às vezes as pessoas acham que o que a gente faz é pouco. Por tanto aprendizado, acabei descobrindo que é melhor eu cuidar mais da minha vida e menos da dos outros. Não quero morrer santa, quero morrer feliz. Então, a rebelião. Como assim? Onde ela está? Por que sumiu? Ai, meu Deus, como mudou. Não, eu continuo a mesma. Só que até o mesmo se transforma. E percebe que, guarde isso, ninguém vai andar ao seu lado. A gente aprende a caminhar sozinho, pode até ter o auxílio de alguma mão, um apoio, mas os passos são dados por você.No meio do caminho, entre acontecimentos, atalhos e força, você percebe que precisa abrir uma brecha para a fragilidade se instalar. E que chorar alivia a alma. Mais do que isso: abrindo a janela pra fragilidade é que você descobre o quanto de força ainda resta para seguir em frente.”— Clarissa Corrêa